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Em palestra, futuros advogados conhecem vantagens do cooperativismo de crédito
Silva também esclareceu as dúvidas dos estudantes sobre o tema e enfatizou a importância do cooperativismo. "Dados demonstram o quanto é útil o sistema cooperativista, pois ele mantem o equilíbrio de preços no mercado financeiro. Se estivéssemos só nas mãos de instituições financeiras tradicionais, teríamos uma realidade diferente e, com certeza, de taxas muito mais altas", afirmou o gerente. Ele demonstrou a potencialidade de crescimento do cooperativismo de crédito com o exemplo de sucesso da Credijur. Com suas operações iniciadas em 1998, com 26 cooperados, a cooperativa atualmente já soma 1100 associados, com uma movimentação mensal de R$30 milhões. "Isso traduz em resultados para a própria categoria, uma vez que o lucro, que nós chamamos de sobra, retorna ao cooperado", enfatizou Silva. Os benefícios do sistema interessaram os participantes, como o graduando Wellisson Amaral e Silva, que já ouviu falar sobre cooperativismo, mas considerou a palestra muito esclarecedora, uma vez que apresentou informações mais detalhadas sobre o tema. "Eu até me interessei em tornar cooperado. Pretendo ir à cooperativa e obter mais informações a esse respeito", declarou o estudante. Oportunidade Durante a palestra, o professor mestre Giulliano Rodrigo Gonçalves e Silva declarou-se entusiasta do cooperativismo e cooperado da Credijur desde o início de seu funcionamento. Segundo ele, muitas pessoas não aderem ao cooperativismo por falta de informação, por isso a discussão sobre o tema é muito importante para que o sistema possa ser disseminado. "Existe ceticismo em relação à estrutura e credibilidade do cooperativismo. No entanto, quando apresentamos suas características e particularidades, as pessoas têm oportunidade de conhecê-lo melhor e desfrutar dos benefícios que ele oferece", declarou. Sobre esta estabilidade, Gilson Purcena da Silva apresentou como exemplo a recente crise internacional de crédito, quando, ao contrário dos bancos, as cooperativas cresceram. "As cooperativas de crédito não dependem de aplicações externas para sobreviverem, por isso, com a retração dos bancos as pessoas buscaram cooperativas, que acabaram se fortalecendo", disse o gerente geral da Credijur. |







"As sobras são devolvidas aos cooperados, seja em forma de rateio ou na disponibilização de recursos para estudos, por meio do Fates. O atendimento é personalizado; você tem contato com outros profissionais do mesmo segmento e as taxas de juros são sempre menores que as dos bancos". Estas vantagens do cooperativismo de crédito foram apresentadas pelo gerente geral da Credijur, Gilson Purcena da Silva, em palestra realizada ontem (13), à cerca de 50 alunos do curso de Direito, durante a Semana de Prática Jurídica da Universidade Salgado de Oliveira. 





